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Artigos de Opinião – Violência Doméstica

Outubro 9, 2008

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A violência praticada contra parentes

Ícaro Ribeiro da Silva

 

A violência doméstica é uma violência praticada dentro de casa ou dentro da família, geralmente entre marido e mulher. Algumas práticas comuns da violência são o abuso sexual, violência psicológica, violência sócio-econômica e a violência física.

Geralmente, a violência doméstica tem como causa a falta de dinheiro. Na maioria das vezes, os homens bebem e acabam descontando as suas frustrações na mulher, nos filhos e até mesmo nos idosos.

A conseqüência de toda essa violência atinge diretamente as crianças, que passam por torturas psicológicas e físicas, dificultando ainda mais aprendizagem e o convívio social. Em resumo, a violência doméstica, infelizmente, é praticada com freqüência por muitas famílias.

  As pessoas que violentam e abusam de pessoas são presas e até podem ser mortas por outros presos, pois até eles têm regras contra pessoas que abusam sexualmente de outras

      O mais difícil é saber que crianças mulheres e idosos então à mercê de pessoas violentas, que cada vez mais abandonam, humilham, exploram e agridem, quando deveriam amar e proteger.

 

O Vírus que Mata

Amanda Erchmann Madruga  

  

Hoje em dia, temos grandes problemas sociais, a maior delas, está dentro dos lares do cidadão brasileiro: a violência doméstica.

O Brasil é considerado um dos países mais violentos do mundo. Vários são os tipos de violência que são vistos diariamente contra mulheres, crianças, e adolescentes, idosos e também nos relacionamentos.

Em todo mundo as principais causas da violência são: O desrespeito, a prepotência, crises de raiva causadas por fracassos e frustrações e crises mentais (loucura) que em geral são coisas raras. A população tem que ser esclarecida quanto a esse “vírus” que corrói, fere, deixa marcas e muitas vezes até mata.

O primeiro passo para essa sensibilização é esclarecer a população sobre as diversas manifestações da agressão doméstica. “Culturalmente, ela está banalizada. Desqualificar, ofender e ameaçar são formas sutis de agredir, mas com impacto psicológico muito sério para a mulher”, afirma Célia Regina Zapparolli, presidente da ONG Pró-Mulher Família e Cidadania

Entretanto, esse ato brutal tem que ter um fim. Para que isso aconteça, a sociedade e o governo devem se juntar para combater esse mal que tanto tem causado dores ao cidadão.

 

Problemas do Brasil

Celso Galliza Júnior

O problema da violência familiar é muito grande no Brasil. Geralmente, ocorre por causas de brigas. Entretanto de um tempo pra cá este problema tem se agravado muito. O disque 100 recebe cerca de 90 ligações diariamente de denúncias de violência e abuso.

Nos últimos anos no Brasil, a sociedade tem entrado para uma das sociedades mais violentas do mundo. A questão é que, é necessário descobrir porque os números aumentam todos os anos. O governo, mesmo sabendo que os números são altos, não tem muito que fazer, pois se denuncia e não se encontra a pessoa que foi acusada. Assim, não tem como julgá-lo e se for para outra cidade, ele é capaz de continuar violentando pessoas.

As principais causas da violência são: o desrespeito, a prepotência, crises de raiva causadas por fracassos e frustrações, crises mentais. Outro problema é a bebida alcoólica que está em 95% dos casos. Exceto nos casos de loucura e alcoolismo, a violência pode ser interpretada como uma tentativa de corrigir o que o diálogo não foi capaz de resolver.

A conseqüência da violência familiar para quem pratica é a prisão de seis meses a um ano. A conseqüência para quem sofre a violência familiar é que a pessoa pode ficar chocada com o acontecimento, e passa a ter problemas de relacionamentos. Pode ser levada a achar que aquilo é normal e sempre deixar o agressor continuar a sua prática.

Em geral, o governo procurar estabelecer um programa que quando alguém ligue para denunciar, tem que ter, por exemplo, a polícia ir atrás de quem foi denunciado e julgá-lo em júri popular. Já está na hora do Brasil e o governo darem um basta na violência, ou ao menos, diminuir o número de casos no Brasil. 
 
 

Violência doméstica

Daniela Carvalho

 

Infelizmente, a violência doméstica é algo visível. Ela atinge a pessoa violentada, os amigos, a família e a comunidade. Ela inclui diversas práticas como abuso sexual contra crianças, violência contra mulher, maus tratos contra idosos e violência sexual contra o companheiro.

Existem várias práticas de violência como psicológica, sexual, física. A agressão física é aquela que é direta. A psicológica  acontece quando a agressão é verbal, com ameaças, gestos e posturas agressivas. Violência sexual é quando a pessoa é violentada sexualmente, e a vítima não aceita e é forçada.

A violência contra mulheres é muito maior que contra homens. Geralmente, são os homens que batem nas mulheres e fazem isso escondido, ou seja, em quatro paredes, para que parentes, vizinhos e amigos não o saibam. Infelizmente, muitos deles fazem isso por prazer, vingança ou diversão, e batem para colocar medo nos agredidos.

As pessoas que passam por isso sofrem problemas psicológicos, de convivência e passam por traumas ficando com medo de enfrentar os problemas que surgem no decorrer da vida. Muitas deles terão problemas de relacionamento para sempre.

Hoje em dia, a violência doméstica está cada vez mais freqüente em nosso país. Infelizmente isso é uma coisa real, que a cada dia aumenta. Uma das coisas importante a fazer é pensar nisto.

 

Medo calado por medo

Gabriel Miranda Ribeiro

 

No Brasil, as pessoas têm enfrentado dificuldades para enfrentar a violência doméstica. Acreditam que jamais irá ocorrer com alguém de sua família. Mas, não sabem que este problema está mais perto do que se imagina. Em casas, lugares públicos, escolas, creches, sempre ouvimos falar de casos com crianças e adolescentes violentados.

A violência doméstica é a tentativa de impor e mostrar que é mais forte. Os abusos são geralmente feitos por homens, embora existam também casos em que mulheres são as agressoras. As vítimas são crianças ou adolescentes, pequenas, fracas, sem poder de defesa.

Os abusos e agressões prejudicam não só o país, mas os indivíduos que sofrem as agressões, pois o indivíduo será triste e sempre se sentirá imundo, imprestável e poderá pensar que nunca irá conseguir nada.

Segundo a coordenadora do Programa de Enfrentamento à Violência Sexual contra a criança e o Adolescente da Secretaria de Direitos Humanos, Leila Paiva, a culpa é da falta de iniciativa de quem observa a violência, mas não denuncia. “Existe um pensamento no imaginário popular que não devemos interceder em problemas que ocorrem no ambiente familiar, o que é um equívoco”, afirma ela. A cada dia o disque denúncia, disque 100, recebe mais de 93 casos.

Todos os dias, acordamos e pensamos se a pena de morte não seria a melhor opção para o Brasil nesta hora. Entretanto, não se devem punir as conseqüências da violência sem antes tratar das causas do problema. Uma ótima maneira de fazer isso é trabalhar a conscientização da população.

 

Um problema Mundial

Gabriela de Amorim Knoll

 

A família deveria ser um lugar onde as pessoas se sentissem felizes e em paz. Porém, a realidade não aponta para isso. Milhares de mulheres e crianças sofrem violência doméstica em seus lares.

A violência doméstica é um problema antigo. Não se pode dizer ao certo há quanto tempo se constata sua existência, mas provavelmente tenha iniciado com o surgimento da unidade familiar. É comum, nota-se, ocorrer com freqüência na sociedade. É um problema generalizado, pois não discrimina pobres e ricos, negros e brancos, cultos ou incultos. É grave, pois inúmeras são as tragédias e danos surgidos em todos os países do planeta. Isso pode ser qualquer forma de agressão, abuso sexual, perseguição, seqüestro, lesões corporais ou morte provocada por um familiar ou morador contra o outro que estejam (ou estiveram) habitando a mesma residência.

Vê-se atualmente que as soluções apresentadas apenas conseguem minimizá-lo, mas nunca solucioná-lo. Foi assim com a experiência das Delegacias da Mulher, hoje já consideradas como eficientes instrumentos que prestam grande auxílio não redução deste problema e de suas conseqüências.

Katherine Culiton registra ser a violência doméstica como a maior causa das lesões em mulheres nos EUA, sendo que 50% das mulheres tenham sofrido agressão por seus companheiros em algum momento de suas vidas.

Em todos os países do planeta, violência doméstica é algo muito sério, pois causa sofrimento e infelicidade para milhares de mulheres e crianças que diariamente sofrem abuso e violência.

 

O Brasil de hoje

Guilherme Paulo

 

            A violência em nosso país não é algo bom. Os índices da mesma estão cada vez mais altos. A família, tanto dentro como fora de casa deve ser rodeada de harmonia, amor, felicidade e compaixão. Muitas pessoas vivem uma vida injustiçada por causa de agressores. Muitos lares do nosso país são lugares onde há abusos e violência.

Um dos casos mais recentes de violência doméstica foi o da menina Isabela Nardoni, jogada pela janela de um prédio pelo pai e pela madrasta. Entretanto, o caso Isabella é só mais um dos muitos que ocorrem pelo Brasil a fora, revelando a triste realidade do país.

Para os acusados de violência doméstica, a pena é grave: o agressor que for descoberto deve permanecer em detenção pelo período de seis meses a dois anos. Mas, infelizmente, a pessoa que foi violentada acaba ficando com traumas e pode levá-los para o resto de sua vida, fazendo com que não leve uma vida normal.

A situação de nosso país quanto a violência doméstica é grave, nosso índices de violências domésticas são muito elevados para um país que se considera “em desenvolvimento”.

Os habitantes do nosso país só serão alegres, e terão uma vida feliz, quando tudo isso acabar, sem abusos, sem violência e sem mortes dentro de suas próprias casas.

 

A Violência Doméstica

Matheus Mertens

 

A violência Doméstica é praticada no próprio lar, sendo essa violência contra a mulher, que, em geral é vitima do marido, namorado, ou algum companheiro ou um amigo.

            Geralmente as causas dessas agressões são o álcool, estresse do trabalho, crise de raiva, problemas mentais, o desrespeito e a prepotência.

            Muitas mulheres sofrem essa violência, não só a classe pobre, mas também a classe média e alta. A maioria das pessoas agredidas, não tem coragem de denunciar.

            A conseqüência dessas agressões muitas vezes não é só física, mas psicológicas, agressões verbais, desrespeito, e obviamente o pecado. O medo de não denunciar é de perder a guarda dos filhos, ameaças, de ser morta pelo companheiro, ou a própria vergonha dos amigos e da família.

            O doutor Lenore Walker afirma que ‘‘embora seja fácil ver explosões de violência na fase da ação, mesmo comportamentos carinhosos, típicos da fase lua-de-mel, servem para perpetuar o abuso”. A respeito desse assunto, a doutora Malvina Muszkat concorda: “A violência doméstica contra a mulher prejudica toda a família. Sofrem os filhos, as filhas, os parentes próximos e até mesmo o autor da violência.”

            Toda essa violência serve de alerta para as mães de todo o Brasil, para que quando forem agredidas, de qualquer forma, denunciem para a polícia. É traumatizante ver uma mãe apanhando do cônjuge, e sofrer porque seu único pecado é o medo.

 

Violência Familiar

Nikolas Damian Vasconcelos

 

Hoje em dia, muitas famílias gostariam de viver em paz em harmonia, mas em muitas famílias acontece o contrário disso. O número de violência e abuso nas famílias brasileiras vem crescendo nos últimos anos, e isto precisa mudar.

A violência familiar é a violência praticada dentro de casa, usualmente em parentes (mulheres e/ou crianças), e é praticada escondido. Inclui diversas práticas como a violência, o abuso sexual e maus tratos com idosos.

A violência doméstica pode ser classificada como: física, quando a agressão é direta; socioeconômica, quando envolve o controle da vida social da pessoa/indivíduo; e abandono, quando a criança é deixada nas ruas. Estas atitudes podem deixar traumas nas vitimas de violência doméstica, e a pessoa nunca mais conseguirá, sozinha, superar o trauma.

“É importante ressaltar que a alteridade dos pais na família deve ser fundamental no respeito e não nas relações de poder exercidas pelos mais fortes sobre os mais fracos. Os pais fazem uso da necessidade que os filhos têm de seus cuidados, e com esse poder, manipulam a relação. O pátrio em relação à criança criam uma dependência ainda mais cruel ao passo que o filho fica à espera de amor, mas os pais em vez de conceder, resolvem retirar este sentimento ou ainda transformá-lo em algo bem perverso” (Fonte?).

Um país tão grande e belo como este não deveria apresentar índices de violência doméstica tão altos como hoje, aliás, não deveria ter índice nenhum de violência familiar, pois além de ser um crime, as pessoas ficam com seqüelas pelo resto da vida.

 

Violência Doméstica

Sibely Silva Chaves 

 

É a violência praticada dentro de casa, entre marido e mulher. Inclui diversas práticas, como violência e o abuso sexual contra as crianças, violência contra a mulher, maus-tratos contra idosos, e a violência sexual contra o parceiro.

Muitas crianças sofrem com suas famílias ou parentes, sofrem abuso sexual em sua própria casa e as vezes são os seus próprios pais que fazem isso.Violência sócio-econômica, acontece quando envolve o controle de vida social da vítima ou de seus recursos econômicos. Também alguns consideram  como violência doméstica o abandono e a negligência de crianças ou idosos.

Estaticamente, a violência contra a mulher é muito maior que a contra homem. Em geral, os homens que batem em mulheres o fazem entre quatro paredes, para que não sejam vistos por parentes, amigos, familiares e colegas do trabalho.

Outro fato interessante é que a maioria dos casos da violência doméstica registrados nas unidades policiais é de mulheres de classes financeiras mais baixas. A classe média e a alta também apresenta casos de violência, mas as mulheres denunciam menos por vergonha e medo de se exporem à sua própria família. A violência praticada contra o homem, embora incomum, existe.

“Não só a família responsável por garantir os  direitos da infância e juventude, o próprio estatuto da criança e do adolescente (ECA)  diz que um dever de todo: da família, do estado, e de toda a sociedade brasileira” (fonte?).

        Um país que se considera “em desenvolvimento” deveria lutar pelas vítimas da violência doméstica e ajudar a não ter mais esses tipos de coisas entre famílias de seu país.

 

A violência nos lares

Tainara Feijó Vieira

 

A família deve ser um lugar de paz, amor, alegria e felicidade, mas não é assim que vivem muitas famílias brasileiras. Algumas famílias sofrem violência doméstica, abuso sexual, espancamento e maus tratos, estas têm medo de denunciar, têm vergonha de falar o que acontece em seus lares.

A vítima de violência doméstica pode ser maltrata por pais que batem, judiam dos filhos ou da mulher, ou pessoas que abusam sexualmente, contra a vontade. Isso pode acontecer entre amigos ou até dentro das famílias, como tios país que aproveitam das crianças ou adolescentes.

As pessoas que sofrem esse tipo de violência se sentem envergonhadas diante das pessoas. Elas podem até estar em uma mesa com sua família conversando e brincando, mas quando o agressor chega perto, mudam completamente seu comportamento, preferindo a distância e o silêncio. Falta-lhes coragem para denunciar o agressor.

A escritora Sueli Ferreira afirma que “lar deve ser sinônimo de proteção e segurança. No entanto infelizmente, muitas pessoas é palco de cenas terríveis de violência. No Brasil, como em outros cantos do mundo, sem destinação entre cultura, raça, cor, sexo ou situação social, inúmeras pessoas são vítimas de violência doméstica. São inúmeras mesmo, porque não se pode contar a quantidade exata. Se há denúncia, há registro. Mas a verdade é que muita famílias estão esfaceladas devido á violência doméstica e, ainda assim, evitam falar no assunto, por vergonha, medo da exposição ou de sofrer danos maiores. Preferem o silêncio”

No Brasil, temos que combater a violência doméstica, acabar com os índices tão elevados. A primeira consciência a ser desenvolvida é a necessidade de denunciar. A desgraça que acontece hoje na casa de um vizinho, pode ocorrer amanhã na sua própria casa.

 

Um crime desnecessário

Vitor Gehlen Teixeira

 

Em todo o globo, o índice de violência doméstica ou familiar contra crianças e mulheres vem aumentando consideravelmente, causando doenças sérias nas vítimas e até a morte. Na maioria das vezes, não ocorre a denúncia do crime por parte da vítima, pois a mesma teme sofrer mais. O crime, na maioria dos casos, é praticado por parentes da vítima, pais, tios, avós e outros. Em 2003, a média de crimes deste tipo era de 12 por dia no Brasil. Já em março deste ano, o número subiu para 93 casos, diariamente.

Os crimes que normalmente ocorrem são de violência física, psicológica, sexual e a negligência. Com relação a questão do papel da sociedade, o integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Ariel Alves, afirma que “não é só a família a responsável por garantir os direitos da infância e juventude, o próprio Estatuto da Criança e do Adolescente diz que é um dever de todos :da família, do Estado e de toda sociedade brasileira”.

As principais causas para este tipo de violência são o desrespeito, a prepotência, crises de raiva causadas por fracassos e frustrações e crimes mentais. Exceto nos casos de loucura, a violência pode ser interpretada como uma tentativa de corrigir o que o diálogo não foi capaz de resolver. Na realidade, tem uma motivação corretiva que tenta concertar o que o diálogo não foi capaz de solucionar. Portanto, sempre que houver violência é porque alguma coisa já estava errada anteriormente.

Além das marcas físicas sofridas pela vítima, a violência doméstica costuma causar sérios danos  emocionais, pois é normalmente na infância que são moldadas grande parte das características afetivas e de personalidade que a criança carregará para a vida adulta. Sendo assim, uma criança agredida poderá cometer o crime sofrido no futuro. A principal conseqüência deste crime é a morte.

Através destes dados é possível constatar que a violência  doméstica deve ser combatida e os que a praticam devem ser punidos severamente. O governo brasileiro tem usado ferramentas erradas e conceitos errados na hora de entender o que é causa e o que é conseqüência. A violência que mata e que destroí está muito mais para sintoma social do que doença social. Toda a população deve ser alertada sobre as sérias conseqüências desta violência, para que a mesma possa ser combatida. 

 

A polêmica da Violência Doméstica

Wellington Borba Broering

 

Hoje em dia, vemos que na vida cotidiana, está cada vez mais difícil conviver com pessoas ao nosso redor, tanto pela falta de confiança como pela má influência exercida por muitas delas. Percebe-se que a dificuldade não só encontrada do lado de fora da nossa casa, mas sim também dentro da mesma. Trata-se da Violência Doméstica.

Este tipo de crime é um dos mais absurdos a serem praticados, pois ocorre com adultos e principalmente com crianças entre 3 e 7 anos. Porém, pessoas como essas não conhecem nem a Deus e nem a vida. Assim, esta violência pode ser tanto através de abusos, como estupros associados.

As conseqüências desta violência afetam tanto os agressores como também as vítimas, as quais são as que mais sofrem. As vítimas podem sofrer retardamento mental, pois a pessoa pode se considerar um monstro depois de agredida, entre outras coisas. Os agressores sofrem cerca de seis meses a um ano de prisão, mas a pena correta deveria ser a morte.

“Não é só a família a responsável por garantir os direitos da infância e juventude. O próprio Estatuto da criança e do adolescente (ECA) diz que é um dever de todos: da família, do Estado e de toda a sociedade brasileira”, afirma Ariel Alves do Conanda.

O nosso país possui altos índices de violência familiar e doméstica, assim a população deve se conscientizar sobre o assunto podendo diminuir os índices dessa violência. Sem o apoio da população, o Brasil não poderá diminuir os índices dessa violência, pois não há políticas públicas para isso.

 

Segurança “zero”

Yasmin Honczaryk Ribeiro

 

O Brasil é um país de belas cidades, praias, enfim, um lugar onde todos desejariam morar. Mas há um problema, pois nem tudo é perfeito. O Brasil, sim, ele sofre por muita violência. Podemos ver isso em nossas ruas, jornais, televisão e até mesmo na nossa vizinhança. Este é o caso da violência familiar, pelo qual as pessoas não estão seguras nem mesmo dentro de casa. Onde deveria ser o primeiro lugar de exemplo, está se tornando um lugar de angústias e sofrimento.

Vemos, hoje em dia, uma série de tipos de violência doméstica. A física, quando ocorre qualquer tipo de agressão, com o objetivo de ferir. Pode ser com a própria força ou com o uso de objetos. Como por exemplo: chinelos, tamancos, cintas, varas etc.. A violência psicológica é aquela que pode ser até pior do que a física, porque atinge o emocional da pessoa, isto é, o agressor faz chantagens, agride verbalmente, discrimina, rejeita e desrespeita a vítima. A negligência  é quando ocorre um “abandono”, quando a vítima não tem o cuidado físico e emocional adequado que uma criança deveria ter.

Uma pessoa que sofre este tipo de agressão, no futuro poderá ter alguns distúrbios, como transtornos psiquiátricos, medo, isolamento, ansiedade, traumas, e outros. Ao se tratar do agressor, a situação fica ainda mais complicada. Estes, quando são denunciados, há uma série de leis que ainda dificultam a prisão dos mesmos. Mas quando são presos, dependendo da pena, ficam de três meses a dois anos na prisão.

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA, criança alguma deveria sofrer qualquer tipo de agressão. “O ECA garante que nenhuma criança ou adolescente poderá ser objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, sendo punida na forma da lei qualquer ação ou omissão que atente contra seus direitos fundamentais”.

Como dito anteriormente, um país tão belo não pode e nem deve ter este tipo de violência, que maltrata, castiga e interfere na vida de muitas pessoas. Várias instituições foram criadas a fim de diminuir e acabar com este problema que atinge o mundo todo. Entretanto, elas não podem resolver o problema sozinhas. Todos têm muito a fazer por esta causa.

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